sexta-feira, 2 de abril de 2010

Jesus Cristo, um extraterrestre?

Será que Erich Von Dãniken está certo sobre as possibilidades dos antigos
deuses,propalados nas mais variadas religiões através das Escrituras,serem
na verdade astronautas.Segundo Corrado Balducci,amigo do papa João Paulo II,
ambos já falecidos,diz que "a Bíblia não se refere diretamente aos extrater-
restres,mas também não os exclui. a realidade dos UFOs é muito provável no
infinito mistério da criação". Porém,se para o religioso,já falecido,não ha-
via indícios claros da presença de ETs na Bíblia,ele também fazia questão de
complementar que "a filosofia explicará a origem destes homens do mesmo modo
que elucidou a nossa,recorrendo ao argumento da causalidade que postula o
criador. E a teologia nos convidará a glorificar a grandeza,a bondade e a pro-
digalidade infinita de Deus".
Funes,ao levantar dúvidas sobre provas deixadas por extraterrestres tanto
nas Escrituras como nas pesquisas astronômica recente - mas ele levanta,ao
mesmo tempo,a possibilidade de vida inteligente no universo. Conforme suas
declarações ao jornal L'Osservatore Romano,impresso pelo próprio Vaticano,
"pode haver seres semelhantes a nós ou até mais evoluídos em outros planetas
ainda que não haja provas da existência deles". Mesmo tentando manter seu lado científico separado do religioso - ele é Ph.D em astrofísica -,Funes ainda procura uma correlação entre um e outro,como se previsse alguma revelação religiosa à frente,ao questionar,no mesmo fornal,"por que não podemos falar de nossos irmãos extraterrestres? Eles devem existir e fazer parte da criação divina?
Parece que o que os teólogos enxergam nas atividades,fatos,acontecimentos e
poderes incomuns observados nos protagonistas do Antigo e do Novo Testamen-
tos deve-se pura e simplesmente ser atribuído a Deus e a seus anjos,arcan-
jos,querubins e serafins,assim como o relacionamento destas falanges "mais
próximas de nós",digamos,com humanos escolhidos daquelas longínquas épocas
bíblicas.
Para os ufólogos,o centro do debate está exatamente aí:quem é Deus e quem
eram estes "auxiliares"que tanto influenciaram os protagonistas das Escritu-
ras. Considerando-se que nela mesmo,em Genesis,os evangelistas se referam a
Deus em hebraico,por meio da palavra elohim - que significa deuses,no plu-
ral,e não Eloah,no singular,como seria o correto -,podemos ter uma ideia da
variedade de líderes e suas falanges celestes que nos visitaram no passado.
Entre os ufólogos,alguns religiosos mais liberais e também em reservados
circulos científicos e militares,não é novidade nenhuma que tanto a Bíblia e seus apócrifos quanto os livros sagrados de outras crenças nos lembram nitidamente como as histórias religiosas estão repletas de relatos sobre seres estranhos e suas máquinas voadoras. A título de exemplo temos o Mabarata,do Hinduismo,em que os UFs são muito bem identificados como vima-nas,o Corão ou Alcorão,do Islamismo,que descreve como o profeta Maomé fazia suas viagens celestes guiado pelo arcanjo Gabriel. Os feitos de tais seres e suas naves,narrados nestas obras,sao indícios incontestáveis da presença de outras espécies cósmicas em nosso planeta,demonstrando tecnologia muito superior à nossa e uma origem que,dentro de nossos conhecimentos históri-cos,não tem explicação. Ou seja,a não ser que toda nossa história,inclusive a religiosa,tenha que ser reescrita com radical mudança de fatos,a origem de tais seres não pode ser outra senão alienígena.
O ufólogo J.J.Benítez,em sua obra Os Astronautas de Yaveh, editora Mercuyo,
1980.Ele chama diversas vezes a atenção do leitos quanto à constante presen-
ça de anjos na Terra e seus feitos,e sobre os talentos dos protagnistas do
Antigo e do Novo Testamentos,que são ainda mais surpreendentes nos apócri-
fos. Conclusivamente,assim como Fernando Cleto Nunes Pereira,Benítez e outros ufólogos afirmam que só um plano bem eleborado por criaturas tecnológicas e espiritualmente superiores estaria por trás dos aconteci-mentos relatados nas Escrituras.
A Bíblia está repleta de fatos que comprovam a presença de seres alienígena
em nosso Planeta.O primeiro versículo do relato atribuído a Enoque refere-se
nitidamente à aparição de dois seres de enorme estatura,que realmente deve-
riam ser muito estranhos,tal foi o terror demonstrado pelo contatado ao no-
tar suas incomuns características físicas. Ante seu espanto,os seres lhe in-
formaram que dentro em pouco ele "subiria aos céus",que,pelo tempo que de-
veria permanecer fora da Terra,teria que passar instr~uções à sua família
sobre o que fazer durante sua ausência. Literalmente,Enoque teria sido abdu-
zido por dois seres bem diferentes dos humanos,que,conforme se descrição,ti-
nham faces resplandecentes,olhos como chama e uma voz que ecoava como um
canto. Eles possuíam também algum tipo de instrumento nas costas,identifi-cadopor Enoque como "asas mais brilhantes que o ouro e as mãos mais brancas do que a neve".
A jornada do abduzido deveria ser longa e durar muitos anos para quem esti-
vesse na Terra,uma vez que, assim como vários lugares,ou céus, foram descri-
tas algumas estrelas além do Sol. De acordo com a Teoria da Relatividade de Einstein,para uma pessoa que viagje grandes distâncias a velocidades muito altas,o tempo passará mais vagarosamente em relação à outra que permanece em
repouso. No caso,quem permaneceria em repouso seria a família,e por isso as
instruções dadas pelo patriarca,durante um tempo que,para Enoque,em movimen-
to,seria muito menor que o da família,em repouso. A jornada para Enoque deve
ter durado no mínimo 30 dias,tempo em escreveu seus 366 livros,de acordo com
o que coloca o 23º capítulo do apócrifo,e mais o período de "observação dos
céus",que ele também descreve. Segundo o capítulo 05,versículos 21 a 24,do
livro bíblico de Gênesis,Enoque gerou Matusalém aos 65 anos e gerou outros filhos e filhas antes da viagem. Retornou,repassou tudo o que vira em mais 30dias na Terra e partiu novamente aos céus,vivendo ao todo 365 anos ter-
restres. No entanto,no apócrifo,Enoque afirma que foram165 anos de vida antes do nascimento de Matusalém,e não 65.
Na menor das hipóteses,teria a viagem de Enoque durado mais ou menos 100
anos terrestres e na maior 200,entre ida e volta. Como curiosidade astrõnô-
mica,é importante ressaltar que no intervalo de espaço compreendido entre 4
e 100anos-luz já foram identificados centenas de estrelas até 50anos-luz,
são sérias candidatas a abrigar planetas similares à Terra.
O terceiro capítulo do Livro de Enoque mostra claramente que ele foi levado
a um lugar acima do solo terrestre,ao qual se refere como "primeiro céu",
através das asas dos anjos,e depois elevado "as nuvens". Isso nos parece
com um verdadeiro traslado antigravitacional,causado provavelmente por algu-
ma força que provinha do que estava nas costas dos dois seres,suas asas,le-
vando-o do chão ao que poderia ser uma nave espacial. Esta,por sua vez,içou
voo em direção ao espaço,a exemplo do que ocorreu a Elias,narrado na Bíblia
em II Reis,capítulo 2,versículo 11. Este outro importante personagem bíblico
também foi abduzido por uma "carruagem de fogo" aos céus.
Durante o voo de Enoque,ele tem acima a visão do espaço sideral,e no hori-
zonte e abaixo os seres mostram o que mais lhe parece com um grande mar, "maior que o mar da Terra".Neste momento deve ter tido a mesma impres-
são de Yuri Gagarin,em 1961,quando deu a primeira volta ao redor do planeta,
na nave Vostok 1. Foi quando exclamou a frase "A Terra é azul". Para Enoque
pode ser que o grande horizonte azul do planeta,quando se chega às últimas
camadas da atmosfera,lhe parecera o maior dos mares. Após alguns lances de
admiração,o quarto e o quinto capitulos do livro de Enoque descrevem como
ele entrou em contato com outros seres que provavelmente ocupavam maiores
postos na hierarquia divina,segundo seu entendimento,já que foram reconhe-
cidos como "anciões e os dirigentes das ordens estelares".
Deve-se considerar que,frente aquelas novidades,o contatado poderia muito bem confundir os locais que visitava,já que sua cultura não possuia palavras
para expressar exatamente o que presenciara.O que ele entendia como céu,es-
las,planetas e cidades poderiam ser veículos que transportavam ele e aqueles
"exércitos de homens",provavelmente naves que compunham uma frota estelar,
dada a riqueza de detalhes de sua descrição.Aqui percorremos o perigoso ter-
reno das suposições,mas sabemos que sem elas a ciência não caminha.
No primeiro céu Enoque retrata aquilo que lhe pareceu neve e os anjos que
"mantêm seus terríveis depósitos",talvez pela cor branca ou claridade que de
lá emanava.Segundo descrições,seria um local onde anjos controlavam uma "te-
souraria" e de onde partiam "nuvens" para vários locais.Analisando-se essas
palavras sob o ponto de vista da tradução ao pé da letra,vamos vamos ver que tesouraria,neste caso,refere-se a um local cheio de tesouros,ou objetos
reluzentes como luzes,em ambiente de forte iluminação interna. Isto nos con-
duz a comparações bem interessantes com cabines de aviões ou torres de con-
trole de aeroportos.
Como um habitante da Antiguidade interpretaria o conjunto de luzes colori-
das,botões,alavancas,painés,gráficos luminosos,telas de radar ou de computa-
dores e toda espécie de equipamentos para navegação aérea e espacial,dentro
de uma cabine de avião ou numa sala de controle da Nasa,por exemplo? Naque-
la época,tesouraria seria uma excepcional forma de comparação.Quanto as nu-
vens dirigidas e seus terríveis depósitos? O que seriam?Certamente,nao se
tratava de vapor d'água armado.Seriam astronautas os anjos "diretores de
estrelas" que voavem em suas asas,navegavam e possuíam suas funções no céu?
Nos capítulos 11 e 12 do Livro de Enoque o viajante visita e identifica o
que nos parece ser a rota da Terra no Sistema Solar,ou pelo menos segue a
órbita de um planeta com vida,em torno de uma estrela. Acompanhdo de vários
aparelhos voadores alados,Enoque nomeia dois principais:Fênix,o mitológico
pássaro grego que era úninco,não se reproduzia e ressurgia de suas próprias
cinzas,e Chalkydri,termo que tem aqui a sua primeira citação na mitologia
cristã,mas que parece vir da união de duas palavras do sânscrito,da mitolo-
gia Hindu,chakchur e kîrti,respectivamente significando o "olho do mundo"
ou Sol e luz ou esplendor.Ambas as naves possuíam pés em formas que lembra-
vam a cauda de um leão,corpo cônico achatado e formato de cabeça de croco-
dilo,com grandes dimensões.Qualquer semelhança entre esta descrição e um
ônibus espacial como o Discovery,flutuando por meio de jatos estabilizado-
res, como várias asas laterais,sapatas de aterrisagem dotadas de sistema
propulsor,bem como na parte traseira da nave,que podem lembrar caudas de
leão,seria coincidência?
O relato de Enoque esquenta ainda mais quando,nos versículos 7,10 e 18,ele relata o que lhe parecia o inferno.Nos dois primeiros,ele apenas identifica
os seres sofredores,vigiados por anjos de pele escura,que descreve como
"impiedosos que portavam armas terríveis".Mas,no versículo 18,ele observa e
fala aos soldados chamados grigori,seres com aparência humana que "eram
maiores que os maiores gigantes",possuiam rostos sem viços e bocas que apre´
sentavam "silêncio perpétuo".
Segundo um dos seres que acompanhavam Enoque em sua jornada,os grigori,eram
parentes dos gigantes que fecundaram mulheres terrenas,conforme relato bíblico do Gênesis,dando origem a homens que impressionavam pela altura e
pelas inimizades.
Nestes versículos do Livro de Enoque percebe-se uma grande semelhança entre
os fatos do Gênesis e os relatos de mulheres abduzidas da época contempo-rânea,submetidas a processes de fecundação após o rapto,geralmente pratica-
dos por seres alfa-cinzentos,os famosos grays[cinzas]. Seriam eles os tais
"anjos escuros"? Nas abduções alienígenas,a maioria deles é descrita como
tendo até 1,5m,embora alguns cheguem a atingir grandes estaturas. Será que o
termo gregori,pronunciado naquela época para identificar estes humanoides,
tem alguma correlação com a identificação gray adotada atualmente? Tanto uns
quanto os outros,excetuando-se alguns casos,são mencionados como envolvidos
com o lado mal da história de Enoque,assim como nos atuais raptos acompanha-
dos de experiências reprodutivas. Outra semelhança é a descrição de rostos
pálidos e bocas que,no caso dos grays atuais,aparentemente não servem para
falar.
Finalizando Enoque escreeu 366 livros resumindo tudo o que lera nos chamados
"Livros do Senhor",e retornou à Terra.Mas não sem antes passar por uma ex-
periência comum em relatos de abdução. No dito décimo céu,citado no capítulo
22 de seu livro,ele identifica a face do Senhor como "ferro que arde em fogo
e que,ao sair,emite faíscas e queima". Seguindo as ordens do mesmo Senhor,
um outro anjo chamado Micael ungiu Enoque com uma substância e o vestiu com
uma roupa luminescente que o fez se assemelhar a eles,e dotou-o com uma
"pena de escrita rápida",mostrando-lhe vários livros para escolha de alguns
a serem copiados. Enoque gastou 30 dias e 30 noites para concluir sua tare-
fa.Retornou à Terra,passou tudo a seus filho em mais 30 dias e partiu nova-
mente,aos céus,agora em definitivo. Em alguns casos de abduções investigados
por psicólogos,os abduzidos atuais relatam sob hipnose,ter passado por expe-
riências semelhantes à dele,quando foram untados,submetidos a intervenções
médicas e, em certos casos,recebendo informações sobre a vida na Terra e em
outros planetas através de instrumentos de comunicação.(Compilado da revista
brasileira de ufologia,por Fernando A. Ramalho)

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